sábado, 21 de janeiro de 2017

O dia em que este autor enjoou de Rock

Você tá assistindo muito YouTube, hein, Profeta! Que titulo é esse!

Enfim, este post é uma republicação de um artigo breve e inútil, que foi publicado originalmente em nove de março de 2010. Ele narra em detalhes como este autor enjoou de Rock e como sua vida mudou depois de tal acontecimento.

Ele já estava voltando para casa, ainda com gosto de pastel de queijo na boca. Incrivelmente, ele acabou superando o gosto de caldo de cana, que é quase impossível de largar. Quando chegou em seu lar, uma desanimação repentina se abateu sobre ele, o que o fez descansar, descansar, e descansar. O descanso não ajudou a sua insatisfação ir embora, então foi escutar uma musiquinha.

Começou com “You Shook Me All Night Long”, depois “Jump”, pra tentar levantar o astral. Essas músicas nunca falham! O problema é que elas falharam. Depois, seguiram-se algumas faixas do CD "Endgame", e depois um pouco de Prog Rock, depois Hard Rock setentista, um cardápio bem variado. Mas nada disso fez efeito. O profeta achava todas essas músicas enjoativas e cansativas.

Então resolveu partir pra algo mais pesado, e espantar o baixo astral na porrada. Torture Squad, Cannibal Corpse, Vader, Nile, nada disso conseguiu animar este autor. Ele chegou à conclusão que nem Rock e nem Metal PESAAAADO o ajudavam mais. Tudo era enjoativo e ruim... este autor ficou impressionado consigo mesmo.

Será que seus dias de rockeiro headbanger metaleiro rocker metalhead acabaram? Será que todo aquele discurso de manter o espírito do Rock vivo estavam com os dias contados? O que seria então da Bíblia do Rock, e de sua vida, depois disso?

E de repente, este autor sentiu mal-estar, tontura, enjoo e dor de cabeça. Percebeu então qual era o seu problema: intoxicação alimentar. Não era o Rock e Heavy Metal que estavam enjoativos, era o próprio autor que estava passando mal há um tempão. Com a descoberta, este autor fez seu momento mais tr00 do dia: vomitou todo o pastel abençoado por Lilith que comera na rua. Entre muitos “UUUOOAAAHRRRRRR”, “BLEEEAAAAAHHHHGGGGHHH”, “MUWWAAAAHHHHHRRRRR” e outros urros de bandas de Metal Extremo, ele conseguiu tirar toda a droga que havia ingerido.

Não foi desta vez, Lilith! Esta pegadinha diabólica não comprometeu sua vida de sacerdócio a Deus Metal. Ele continuou firme e forte em sua jornada.

"Mas no segundo parágrafo, você disse que sua vida mudou, Profeta!". Sim, ela realmente mudou. Este autor nunca mais comeu pastel de queijo. Agora, só joelho.

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