sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Retrô 2016: Gems

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA FINALMENTE!!! Voltamos com mais uma Retrospectiva, desta vez reunindo o que houve de melhor, maior, ou pelo menos, interessante no ano de 2016! Porque se este ano foi horrível em dezenas de aspectos, não foi horrível na Música, muito menos no Rock.

E você já deve ter ouvido falar em algum lugar sobre a onda retrô-revival-vintage e etc que está acontecendo agora, com várias bandas novas se inspirando em bandas de 60/70 para trazer ao novo milênio a antiga sonoridade do Rock, e conseguindo a façanha de não soarem datadas ou ultrapassadas. E a categoria de hoje vai justamente mostrar estas bandas retrô, que são brilhantes joias preciosas que precisam ser reconhecidas e passadas pra frente.

Bom, pra falar a verdade, Este autor não sabe ao certo se existe mesmo uma onda retrô acontecendo. Talvez sempre tenham existido bandas retrô dentro do underground, e só aconteceu das gravadoras prestarem mais atenção em algumas delas... Ou então realmente surgiram um maior número de bandas tocando som retrô em comparação a outros estilos... Enfim, nunca dá pra saber se essas tendências são "fabricadas" ou naturais. O que importa é que elas estão aí pra serem curtidas.

E o que importa também, é que VOCÊ, VOCÊ que tá acostumado ao metáu pezado, VOCÊ que, quando perguntam que bandas de ROCK você gosta, você cita Metallica, Iron Maiden e SlipKnot, VOCÊ que já tá acostumado a pedal duplo e gritos lancinantes, VOCÊ que não tá acostumado a ouvir bandas mais lentas que Angra, VOCÊ PRECISA DESTE ARTIGO! Você precisa conhecer as suas raízes, saber das suas origens e respeitar os mais velhos!

Aliás, esse artigo não foi publicado mais cedo, porque o profeta teve que fazer várias mudanças nessa categoria. Como ele explicou na última Dobradinha, as categorias estão sujeitas à modificações à medida que dilemas vão surgindo. E sabe quando "Gems" foi finalmente 100% acertada? No dia em que este artigo foi publicado! Pra você ter uma ideia das dificuldades dos bastidores!

Mas pode ficar tranquilo, que este artigo não teve sua qualidade afetada pelos seus problemas. Pelo contrário, este artigo só teve tantos problemas porque ele recebeu dedicação máxima, porque o profeta considera esta categoria a mais importante de todas. Justamente por se tratar de Rock clássico.

Falando nisso, vale a pena fazer um glossário, pra quem não sabe o que certas palavrinhas e expressões querem dizer.
  • Rock Psicodélico: quando a banda de Rock clássico tem timbres agudos e vibrantes, com notas geralmente longas e contínuas. A banda fica mais psicodélica quando usa sons e efeitos malucos e experimentais.
  • Space Rock: quando a banda de Rock clássico investe demais nesses sons e efeitos malucos e experimentais.
  • Stoner Rock: quando a banda de Rock clássico tem som mais cadenciado = mais grave.
  • Groove: De forma bem ignorante e direta, é o som marcante e potente do baixo, junto com a bateria.
    Alguns também usam "groove" como sinônimo pra "vibe", "feeling", "clima", "levada", "pegada", mas não este autor.
Agora chega de enrolação!


Retrô 2016: Gems

Banda: Blues Pills
Álbum: Lady In Gold
Estilo: Soul Rock

Uma das maiores revelações dos últimos anos, o sueco Blues Pills estreou seu disco homônimo em 2014 e foi um sucesso absoluto de crítica e público, recebendo elogios pela sua sonoridade calcada no Blues e pela admirável performance da vocalista Elin Larsson e pela habilidade do guitarrista Dorian Sorriaux. Se quiser saber mais, tome aqui a resenha que este autor fez ano passado sobre a banda. Agora em "Lady In Gold", em vez de continuar tocando Blues Rock, a banda calca sua sonoridade no Soul, compondo um álbum melhor produzido e cheio de variedade. Essa mudança tem um lado positivo e negativo: o negativo, é que a banda não registra aqui a espontaneidade e organicidade sonora que a consagrou no primeiro álbum. O lado positivo, é que a banda mostra versatilidade e coragem ao mostrar que pode experimentar e tocar o que quiser, sem perder o talento. Daí, é só questão de se adaptar ao estilo, às composições diferenciadas, aos coros, ao tecladinho, etc. Se não conseguir fazer isso, vai achar "Lady In Gold" enfadonho e cheio de excessos. Mas se conseguir, vai poder apreciá-lo como uma obra brilhante e cheia de estética, se divertindo com os pontos altos do disco, que são "Little Boy Preacher", "Bad Talkers", "You Gotta Try" e "Elements and Things", sem contar a dobradinha emocionante e melódica de "I Felt a Change" e "Gone So Long".
Faixas:
01. Lady in Gold
02. Little Boy Preacher
03. Burned Out
04. I Felt a Change
05. Gone So Long
06. Bad Talkers
07. You Gotta Try
08. Won't Go Back
09. Rejection
10. Elements and Things
(Particularmente, este autor não conseguiu se adaptar.)

Banda: Blackberry Smoke
Álbum: Like An Arrow
Estilo: Southern/Country Rock

Desde 2000, o Blackberry Smoke se empenha em tocar um Rock caipira de alto nível. E este álbum mantém essa tradição, apresentando canções suaves, melódicas e agradáveis, graças ao instrumental inspirado e ao vocal carismático que faz a gente cantar junto os refrãos, como nas canções "Sunrise In Texas", "Ain’t Gonna Wait" e a faixa título. Outros destaques são "Let It Burn" e "What Comes Naturally" que são divertimento puro, "Waiting For The Thunder" que é a mais pesada, e "Believe You Me" que flerta com o Funk (não o Carioca, pelamor). Enfim, a banda se sai bem em todas as frentes, fazendo de "Like An Arrow" um álbum que vale a pena ser apreciado enquanto deitamos na rede e admiramos as nuvens passando lá em cima, como um legítimo caipira de bem com a vida.
Faixas:
01. Waiting for the Thunder
02. Let It Burn
03. The Good Life
04. What Comes Naturally
05. Running Through Time
06. Like an Arrow
07. Ought to Know
08. Sunrise in Texas
09. Ain’t Gonna Wait
10. Workin’ for a Workin’ Man
11. Believe You Me
12. Free on the Wing (part. Gregg Allman)

Banda: Ulysses
Álbum: Law and Order
Estilo: Rock and Roll

Diferentemente de todas as bandas dessa lista que se inspiraram na antiga psicodelia e sonoridade vintage, este terceiro álbum do quarteto britânico Ulysses realiza a deliciosíssima união entre aquela sonoridade retrô de estética alegre e ingênua, ao Rock mais pesado e de atitude de bandas de 70, como Sweet, Slade e Humble Pie. E pra completar, também tem um vocalista que transmite a mesma vibe dos Beatles! O resultado dessa proposta são 12 músicas extremamente viciantes e agradáveis que te divertem pra valer e te fazem ficar sorridente de bochechas vermelhas, que nem as pessoas das propagandas antigas. Absolutamente TODAS as músicas são boas e cativantes, é só escolher qualquer uma aleatoriamente, vamos lá. "Smiling"? Te faz mexer a cabeça de forma ritmada de um lado pro outro ou de cima pra baixo do começo ao fim. "Dirty Weekend"? Te faz se sentir de férias na praia (com roupa de banho listrada) e terminando o dia na farra de forma "dirty". "Typical Scorpio"? Ai, ele é típico escorpiano, possessivo, intenso, vingativo, (...) Impossível não ficar com a letra ecoando na cabeça. Enfim, se você não ficar feliz com esse álbum, você está morto por dentro! Aproveita que a banda tem clipe, bandcamp, e ouve!
Faixas:
01. Law and Order
02. Smiling
03. Lady
04. Crazy Horses Ride the Snake
05. Dirty Weekend
06. Mary Jane
07. Song That Has to Be Sung
08. Typical Scorpio
09. Come on This City’s Gone
10. Yellow Sunshine #1
11. Yellow Sunshine #2
12. How Long?

domingo, 25 de dezembro de 2016

Estereótipos: É pavê ou pa...

A esta altura, você já se empanturrou na ceia de Natal, já ouviu o vizinho colocando algum hit da música brasileira ou internacional na versão Forró, já abraçou e cumprimentou todo mundo sem querer, inclusive aquele parente que fala a céçebre pândega do "é pavê ou pacumê?", onde você tem vonade de responder "É paçoca... PAÇOCÁ NO SEU CU, SEU FILHO DA PULTA ARROMBADO DO CARALHO VAI TOMA NO MEIO DA IRIS DA PUPILA DO SEU ANUS"EIO DA IRIS DA PUPILA DO SEU ANUS"

Axl Rose: É pavê ou pacumê?
Ozzy Osbourne: É pavê ou pacumê morcego?
Gene Simmons: É pavê ou pacumê cinco mil mulhé?
Serguei: É pavê ou pacumê tudo?
Bon Scott: É pavê ou pabebê?
Chorão: É pavê ou pacherá?
Detonator: É pavê ou pazuá?
Liam Gallagher: É pavê ou pabrigá?
Varg Vikernes: É pavê ou paisfaquiá?
Abbath: É pavê ou pacapirotá?
Gaahl: É pavê ou paqueimá igreja?
Jimi Hendrix: É pavê ou paqueimá guitarra?
James Hetfield: É pavê ou pasequeimá ao vivo?
Aquiles Priester: É pavê ou patocá com oito braços?
King Diamond: É pavê ou pacantá oito vozes?
Hansi Kursch: É pavê ou pacantá oito mil vozes ao mesmo tempo?
DragonForce: É pavê ou pacantá oito mil vezes "so far away"?
Robert Plant: É pavê ou pagemê?
Dave Mustaine: É pavê ou pademití?
Tuomas Holopainen: É pavê ou paimitá Jack Sparrow?
Yngwie Malmsteen: É pavê ou pafritá?
Buckethead: É pavê ou pafazê 50 discos por ano?
Jimmy London: É pavê ou pafreiá em vez de acelerá?
Edu Falaschi: É pavê ou paelevá o cosmo do seu coração?
Andre Matos: É pavê ou paCARRY OOOOOON?
David Bowie: É pavê ou paestar lá e ver ele voltar?
Sebastian Bach: É pavê ou pahumilhá as recalcada?
Phil Anselmo: É pavê ou pasaudá ritler?
Yoko Ono: É pavê ou pasepará os bilton?
John Lennon: É pavê ou paimaginá as pessoa tudo?
Raul Seixas: É pavê ou panascê há dez mil anos atrás?
Cassa Eller: É pavê ou pamudá as planta de lugar?
Violator: É pavê ou pamandá o Bolsonaro sifudê?
João Gordo: É pavê ou pamim enfiá no seu rabo, Dado?

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Dissecando letras: Clarice Falcão

Às vezes você tá lá, tranquilo, sossegado, quando PLAU, algo "quebra a internet". Neste ano de 201666, isso aconteceu tantas vezes que as pessoas já estão anestesiadas, tal qual os cariocas reagindo a balas perdidas. E esta não é uma piada sobre estereótipos, porque este autor é carioca, e tem propriedade pra falar que isso é sim realidade.

Mas no dia 20/12/16, data também conhecida como "ontem", ou "há algumas horas atrás", algo realmente deixou as pessoas ouriçadinhas e buliçosas: um videoclipe composto apenas por genitálias femininas e masculinas lançado por Clarice Lispector Falcão, cantora, compositora, atriz, humorista, bailarina, arqueóloga, neurocirurgiã, instrutora de surf pra cachorros e profissional na área de tretas na internet com conservadores. Conhecida na mídia como ex-integrante do Porta dos Fundos e ex-namorada de Gregório Duvivier, Clarice é uma espécie de digievolução de Mallu Magalhães, que recita versinhos e poemas na forma de música, sob o curioso gênero do Indie Pop. Pra quem não sabe, este é um estilo underground e alternativo cultuadíssimo pela galera deboísta que abraça árvore, aplaude o pôr do Sol e usa ciranda como estratégia combativa pra derrubar o Sistema. Além de Clarice, esse povo neo-hippie também curte outros artistas conceituais que passam energias positivas e se expressam poeticamente, como Loser Manos, Criolo, TiêMarcelo Jeneci e... Valesca Popozuda.

Mas voltando ao assunto, quando este autor que vos fala soube da novidade, seu instinto interior lhe disse pra não dar importância a esse assunto, e seguir o mantra milenar do filósofo Jureg:


Mas ele é pervertido curioso e resolveu procurar pelo clipe, pra espancar a cobra zarolha ver se ele era mesmo tão repulsivo quanto alguns diziam, ou tão "lacrador" como outros veneravam. E o que ele viu foi algo surpreendente, impressionante, absolutamente extraordinário e portentoso: nudez. Só nudez, de forma artística. Ou seja, Clarice conseguiu a estupenda façanha de transformar a nudez humana em uma das coisas mais sem-graça do mundo! Clarice devia ser presa por crimes contra a humanidade por cometer um ato tão perverso e broxante! E alguns usuários de filtro dos sonhos podem até tentar defender o clipe, argumentando que ele é bonito e belo, mas em que mundo pinto murcho é belo, meus senhores?

Mas o pior nem foi isso, e sim a música. Este autor teve exatamente a reação abaixo:


A música é uma magnífica porcaria, e a letra então, vish! Olha só ela...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Matemática rocker [04]

Hard Rock 80
+ Tradução
=

Pagode 90

E vice-versa.

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Jurados do programa "Responda Isso"
+
Rock





=
ZZ Top







Muito top essa conta.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Dobradinha: Blackfoot e Amaranthe

Como anunciado na página da Bíblia, este autor que vos fala irá fazer a Retrô 2016, resenhando e indicando vários lançamentos desse ano. Quem é leitor assíduo daqui, já sabe do a Retrô se trata, mas essa explicaçãozinha serve pros leitores novos que não tiveram oportunidade de saber da existência desse troço, já que este autor ainda não republicou as retrôs antigas. Falando nisso, acho que em breve, elas estarão no Antigo Testamento...

E o passo a passo de confecção da Retrô é um negócio complicado:
  • Primeiro, o profeta procura os lançamentos do ano. Pra isso, ele 1) resgata da própria memória os álbuns que ouviu ao longo do ano, 2) consulta a lista que a Wikipedia estadunidense sempre faz de lançamentos do ano, e 3) faz uma pesquisa em sites/blogs de Rock e de download. Com essas informações, uma lista imensa de álbuns é preparada.
  • Segundo, pra não fazer um artigo gigantesco e infinito com dezenas de resenhas, o profeta separa as bandas por categorias, de acordo com seus subgêneros. Assim, cada subgênero tem seu próprio artigo.
    À propósito, por enquanto, só estão confirmadas duas categorias: a Ancient, que reúne bandas de Rock clássico (clássico clássico mesmo, daquele tipo que cheira a mofo), e a Greatest, que reúne os lançamentos que mais chamaram a atenção, os mais esperados, os mais comentados, os maiores dos maiores, independente do subgênero.
  • É importante citar também que, pra poupar o trabalho do profeta, ele se recusa a resenhar mais do que 20 bandas pra cada estilo! Porque ele não é obrigado!
  • Terceiro, ele gasta até a última energia dos seus ouvidos pra escutar um monte de bandas. Essa etapa é feita simultaneamente ao...
  • Quarto passo, que é fazer as benditas resenhas. E ainda existe o trabalho de buscar informações adicionais, como os títulos das faixas, o processo por trás da composição do álbum, um breve histórico sobre a banda, caso ninguém conheça ela, etc. E por fim, ainda há um...
  • Quinto passo, que é fazer modificações na lista, com a inclusão e retirada de bandas. Essas inclusões e retiradas são feitas por vários motivos que nem valem a pena serem citados, porque várias coisas podem acontecer.
Por exemplo, as bandas desta dobradinha foram retiradas da Retrô 2016 por motivos totalmente distintos, que você vai entender abaixo:


Blackfoot - Southern Native

Ano: 2016
Estilo: Hard Rock
Gravadora: Loud & Proud Records
Sobre a banda: Enquanto o profeta cumpria a quarta etapa pra resenhá-la, descobriu que ela já foi muito famosa na década de 70 e 80 tocando roque caipira Southern Rock, mas que agora, tá tocando Hard Rock. E descobriu também, que ela teve o troca-troca de integrantes mais extremo do mundo, a ponto da sua formação atual não ter nenhum membro fundador! Bizarro, isso! A única vez que o profeta viu isso acontecendo, foi com o Stratovarius.
Por conta disso, ele pensou: "Será que eu pego o ônibus ou compro uma goiaba? vale a pena conferir esse disco? O intuito das Retrôs é o público conhecer bandas e acompanhá-las daqui pra frente, então dá pra confiar numa banda tão instável assim?".
E como naquele momento, ele estava precisando de bandas pra preencher a categoria Ancient presta mais atenção na obra do que na própria banda, quis dar um voto de confiança e deu uma conferida no disco.
Sobre o CD: Ele já tem o mérito de ser diferente por dois motivos: não tem um vocalista com voz de gralha, e não tem os clichês e padrões básicos do Hard Rock. Mas e as músicas, são boas? Sim, são. Menos a #3 e a #4, que são bem meia-boca. Mas fora elas, o álbum inteiro tem uma energia possante e envolvente, com peso e agilidade na medida certa pra nos deixar empolgados. E fica ainda melhor a partir da excelente balada "Take Me Home", pois as canções ficam ainda mais criativas e variadas, com levadas e sacadas diversas e inteligentes, que cativam do início ao fim. E o disco termina com "Diablo Loves Guitar", que é surpreendente por... não ter nada de Rock! É uma canção bem no estilo mexicano, com um violão e uma guitarra duelando pra ver quem tira o som mais bonito.
Enfim, "Southern Native" é um bom disco. Mas agora, você deve estar se perguntando: não está na Retrô 2016 por que?
É justamente porque essa banda parece ser muito instável, e este autor só quer indicar bandas com futuro garantido e promissor. Em contrapartida, como o álbum é bom, vale a recomendação.
Faixas:
01. Need My Ride
02. Southern Native
03. Everyman
04. Call of a Hero
05. Take Me Home
06. Whiskey Train
07. Satisfied Man
08. Ohio
09. Love This Town
10. Diablo Loves Guitar



Amaranthe - Maximalism

Ano: 2016
Estilo: Rave Metal
Gravadora: Spinefarm
Sobre a banda: Ouvir Amaranthe sempre foi um exercício de mente aberta. E por mente aberta, este autor quer dizer aceitar ouvir os estilos e sonoridades mais improváveis misturados ao Metal. Nesse caso, o Amaranthe tem vocal gutural com dois vocais limpos (feminino e masculino), peso e agilidade típicas do Metal, arranjos e notas luminosas, e por fim, sons eletrônicos. Tudo isso fez a banda ser rotulada como uma mistura de Power Metal com Death Metal Melódico com Metalcore com Metal Industrial com... Pop? Bom, seja lá qual for o estilo da banda, ela conquistou o gosto de muitos headbangers por aí, e tem uma carreira incrivelmente sólida até hoje. Pelo menos até o momento...
Porque o disco "Amaranthe", de 2011, surgiu com essa mistura louca, e agradou muita gente. "The Nexus", de 2013, deu uma ligeira segurada no peso e agilidade, mas mantendo sua qualidade. Já "Massive Addictive" fugiu um pouco da agressividade e peso do Metal para focar mais em sonoridades melódicas, eletrônicas e pop. E agora...
Sobre o CD: "Maximalism" leva essa tendência de fugir do Metal ao extremo! Aqui, vamos ouvir músicas mais melódicas e eletrônicas, com influências beeem mais Pop, e com menos peso e velocidade ainda. Ou seja, de Metal, esse disco tem... voz gutural... uma cozinha "pesada"... uma guitarra que só fica mais marcante em solos... e é basicamente isso! Pode-se dizer que esse é um disco de Extreme Europop, ou Eletro Hardcore, ou Pop Metal, ou Rave Metal, sei lá!
As primeiras quatro faixas são um tremendo susto, e o resto delas, é tipo o disco antecessor revisitado e com mais tuts tuts. O álbum também tem duas baladas, "Limitless" e "Endlessly", que são emocionantes. Aliás, todas as canções tem qualidade, são boas, poderosas e viciantes... se você curtir a pegada dele.
Caso curta, vai poder ouvir um som Pop eletrônico metalizado excelente, com músicas empolgantes e músicos que não perderam sua habilidade - especialmente Elize Ryd, sempre demais.
Masss, se não curtir, vai poder passar batido por "Maximalism", que não vai estar perdendo nada. E se você já conhecia a banda, esse disco pode sepultar o Amaranthe definitivamente pra você. E pode te causar UM POUQUINHO de interesse no futuro se, por acaso, o próximo disco for parecido com o primeiro álbum, NO MÍNIMO.
Bom, acho que nem precisa dizer porque raios esse disco tá fora da Retrô 2016, né?
Faixas:
01. Maximize
02. Boomerang
03. That Song
04. 21
05. On the Rocks
06. Limitless
07. Fury
08. Faster
09. Break Down and Cry
10. Supersonic
11. Fireball
12. Endlessly

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Dissecando letras: Biel

Qual o melhor jeito de voltar com o Dissecando letras, se não analisando a vida e obra de um dos maiores sucessos da música brasileira? Sim, ele é sucesso! Sucesso em ser um fracasso. Biel, diminutivo de Orozimbiel (nome em homenagem ao seu pai, Seu Orozimbo), é um garoto que despontou nas rádios tupiniquins com seu Funk-Pop-Eletrônico-E-Demais-Estilos-Genéricos, e que teve como auge da sua carreira, como momento em que foi mais comentado e famoso, uma cantada grosseira que nem o Steel Panther tem coragem de fazer. Bom, talvez o Velhas Virgens tenha...

Pra encurtar a história, esse molecote chavoso mandou um "tá gostosinha, te quebro no meio" pra uma repórter do IG durante uma entrevista, ela o processou por assédio, e foi demitida do emprego pouco depois (???), enquanto Biel continuou sua carreira (quase) tranquilamente, se defendendo e dizendo que foi só brincadeirinha. Depois, os habitantes da Internet, pra provar que Biel sempre foi um cara escroto, decidiu fazer a mesma coisa que o feicebuque faz com a gente de vez em quando, que é esfregar nosso passado vergonhoso na nossa cara.


Nesse caso, os habitantes da Internet ressuscitaram tweets antigos do garoto maroto. E esses tweets tinham coisas escabrosas e típicas de um moleque sem noção que só sabe falar besteira e HU3 HU3.

Nem sabia que a Amy Lee se chamava Evanescence...

Com o episódio do assédio e com os retweets, Biel não aguentou a chuva de reprovação em cima dele e acabou sua carreira. Mas... será que a música brasileira sentiu sua falta? Será que sua perda foi inestimável? É o que veremos a seguir, dissecando seu maior sucesso...

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Letras traduzidas [09]

Tradução literal de "rock and roll" pra "pedra e rolar", até quando?
(Joan Jett and The Blackhearts - I Love Rock and Roll)

Presta atenção, que se o ralo estiver sujo, surge aquelas mosquinhas.
(Slash - Halo)

Na verdade JÁ É ilegal. Zoofilia é crime. Não abusem dos bodes!
(Lee Aaron - Watcha Do To My Body)

Tá reclamando que tocar um hit qualquer não é emprego de verdade? No Brasil tem gente que não tem emprego DE VERDADE agora.
(Dire Straits - Money For Nothing)

Metal com influências do folclore brasileiro.
(Amon Amarth - Twilight of The Thunder God)

Não consegui traduzir "nirvana", desculpe.
(Nirvana - Rape Me)

Voa, canarinho, voa...
(Lynyrd Skynyrd - Free Bird)

Tão Tão Distante é o reino dos pais da Fiona, que é casada com o NOSA JUREG
(DragonForce - Through The Fire And Flames)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Repetição

Ao lermos resenhas de discos, ou escutando a opinião de rockeiros em geral, é muito comum ouvirmos que tal banda é muito repetitiva, que usa uma fórmula batida e desgastada, que é "mais do mesmo", que só fica na mesmice, que não quer sair da sua zona de conforto ou do padrão, etc. Essa aversão à repetição é uma coisa tão corriqueira que pode influenciar os rockeiros a acharem que o Rock/Metal está estagnado, sem inovação, sem originalidade, sem elementos ou ideias novas para renovar a cena.

E apesar de vermos essa aversão por repetição mais frequentemente em estilos mais específicos, todos os estilos podem sofrer dessa crítica:
  • O Rock clássico é sempre a mesma coisa, os mesmos temas, o mesmo instrumental que parece não ter competência ou habilidade para fazer um som mais enérgico e pulsante, fica sempre no mesmo ritmo atéééé acabar...
  • O Heavy Metal já pode ter sido original e inovador em alguma época, mas hoje em dia ele se resume em várias bandas competindo pra fazer músicas rápidas e pesadas sem se preocupar com outras coisas, como melodia, técnica, originalidade. As bandas vivem copiando umas às outras, ou copiando as bandas dos anos 80...
  • O Thrash Metal tem sempre o mesmo timbre, o mesmo tom, a mesma velocidade, é muito chato, dá preguiça! Como eles querem fazer um Metal que se destaque pelo seu peso, agressividade, agilidade, se as bandas do estilo soam iguaizinhas?
  • E o Punk Rock e Hardcore, então? Ouviu uma música, ouviu todas! Todas idênticas, todas sujas, pesadas, rápidas, e só. Mesmos temas, mesmo som, mesma podreira, a única coisa que muda, é o nome das músicas e das bandas. De resto...
  • Mas o Power Metal é pior! Ou as bandas fazem um Metal com vocalista de voz fina e tecladinho e melodia ao fundo, tornando as músicas enfadonhas e com o peso compleamente anulado, ou elas investem naquelas orquestrações e sonoridades épicas que deixam tudo cheio, cansativo, como se fosse trilha sonora de filme de fantasia, .
  • Agora, o Hard Rock? Só um monte de bandas com cabelão e roupa espalhafatosa que não sabem fazer outra coisa além de pagar de doidões beberrões e máquinas de sexo. E todos com voz fina ou rasgada com instrumental arrastado e estridente, é muito irritante. Só as baladas desse estilo se salvam, apesar de algumas serem iguaizinhas também.
  • Já o Metal Sinfônico se resume a várias bandas soníferas copiando umas as outras, ou copiando o Nightwish. É só colocar uma vocalista de voz lírica e aquela sonoridade orquestral metida a trevosa que dilui todo o peso e agressividade que o Metal pode ter. Fica um som beeem cansativo, beeem exaustivo, beeem entediante.
  • Mas e o Rock Progressivo? As músicas e bandas podem até ser diferentes, mas é sempre a mesma coisa pedante, auto-indulgente e bitolada em técnicas musicais, que não oferece o que o público quer ouvir, que émúsica boa e cativante. É uma sucessão incansável de várias técnicas, sacadinhas e coisas que só agradam e impressionam quem se importa mais com a forma com que a música é tocada do que com a música em si.
  • E o Black Metal é sempre aquela pose boba de satanista blasfemadora, aquela sonoridad--
Enfim, você já entendeu a ideia, né? Todos os subgêneros vão acabar sendo acusados de serem repetitivos por alguém. E se você for muito fã de algum deles gêneros, pode se sentir pessoalmente incomodado com isso, pois estão cometendo A AUDÁCIA de reclamar do que você gosta, do que faz o seu gênero querido ser tão especial e único pra você. Como podem, esses seres ignóbeis falarem mal de todas as sutilezas, qualidades e particularidades sensacionais das coisas que você ama?!!?!

E é justamente esse o ponto! Esse é o X da questão! No fundo, as pessoas não se incomodam com o gênero ser "repetitivo", e sim com as características e particularidades que o compõem.

Ora, todo gênero é repetitivo por natureza. Todos seguem uma estrutura pré-determinada, um padrão, uma fórmula. Sempre tem os mesmos ritmos, mesmos arranjos, mesmos timbres, mesmas sonoridades, mesmos instrumentos, mesmos tudo! O Reggae, por exemplo, fica sempre na mesma batida ininterrupta, no mesmo ritmo moderado, na mesma vibe brisada, mas veja se o reggaeiro reclama dessa repetição? Reclama nada! Pra ele, as músicas poderiam ser infinitas, que ele não iria enjoar. E esse mesmo reggaeiro que gosta de um som alto-astral deboísta good vibes, certamente vai reclamar da "repetição" do som cru, bruto e visceral do Death Metal, por exemplo. Ele vai achar que o Death Metal podia maneirar um pouco no pedal duplo, ter menos barulho, não ser tão pesado, variar um pouco a temática das letras, pra essas coisas não serem tão cansativas e enjoativas, porque ficar na mesma coisa o tempo todo é chato... O que? Maneirar nos tambores do Reggae? Vai se ferrar! Com todo respeito e amor a natureza, claro.

No fim, não é a tal "repetição" que incomoda, mas sim a falta de afinidade com o gênero e com as características que o formam. Logo, querer que os estilos mudem ou "deem uma variada" é querer que eles deixem de ser eles mesmos, que eles deixem de ter sua própria sonoridade e personalidade.

Por isso, toda vez que alguma criatura reclama do Airbourne por copiar o som do AC/DC (que se copia desde sempre), ou quando algum resenheiro reclama do Metal Sinfônico por não ter nenhuma banda original, ou quando um maluco aleatório reclama do Rock em geral estar repetitivo e sem nenhuma banda inovadora e revolucionária que saia da mesmice e blá blá blá, este autor só consegue pensar numa coisa:


Se alguém pensa assim, ou é porque já está saturado do gênero que está acostumado, e não ouve outros gêneros e outras bandas; ou é porque já está saturado do próprio Rock/Metal. De qualquer jeito, esse sujeito precisa conhecer e tomar outros rumos, buscando a satisfação em outros horizontes.

É claro que isso não exclui a possibilidade de certas bandas e estilos realmente serem/estarem repetitivos. Podem sim haver bandas que não investem em obras tão criativas e variadas dentro da sua própria proposta. E podem sim haver estilos cheios dessas bandas estagnadas. que se limitam a explorar uma fórmula à exaustão.

Mas esse é um problema que o próprio Rock/Metal acaba resolvendo automaticamente, pois felizmente, ele SEMPRE se renova e evolui. Se chegou um momento em que as bandas estão muito iguaizinhas, e os estilos não saem da sua fórmula, pode apostar que, logo logo, o Rock/Metal renascerá das suas próprias cinzas e surgirão bandas inovadoras e diferenciadas pra nos livrar da mesmice. Aí essas bandas serão chamadas de Rock/Metal Moderno, serão tratadas pelos veículos especializados como "a nova geração", terão fama e reconhecimento merecidos, e serão condecoradas como "a salvação do [insira gênero musical aqui]".

Então, da próxima vez que você achar tal banda ou estilo repetitivo, lembre-se que ele pode até ser repetitivo mesmo... mas você não estaria reclamando se gostasse dessa fruta.

E a conclusão deste artigo é a seguinte: este autor enjoou de Sirenia. Adeusmetal.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Sunday songs [10]: Gemidos

Um dia desses, este autor que vos fala viu esta imagem...


... e se impressionou com o tanto de gente concordando com os argumentos do roqueiro. Eles são ridículos! Não refutam nenhum argumento do funkeiro, e ainda ajudam a confirmar alguns dos estereótipos e preconceitos atribuídos aos rockeiros!

Pra falar a verdade, funkeiros e rockeiros nem deveriam brigar. Porque apesar de gostarem de estiloscompletamente diferentes, ambos possuem valores, preferências, gostos e atitudes bastante parecidas. Pra mostrar isso, este autor vai refutar todos os argumentos do roqueiro, provando que, quando um acusa o outro de qualquer coisa, é o sujo falando do mal lavado.

Além de confirmar o estigma de que rockeiros só andam de preto, o argumento rebateu com outro estigma, o de que funkeiros andam com a bunda de fora. E tá errado isso aí. A gente nunca vai ver um moleque zika das quebrada sarrador com a bunda de fora, muito menos o MC Bin Laden usando shortinho jeans ou minissaia - AINDA BEM! Porque já é terrível demais ver os seios horrorosos dele...

Não vem ao caso aqui se mulher usar shortinho e minissaia jeans é errado ou não (não é errado, mas não vamos entrar nessa discussão agora). O fato é que rockeiras também usam roupas curtas, deixando suas "partes" à mostra. Essa aí do lado, por exemplo é a Lita Ford. Além dela, tiveram várias outras rockeiras posando sensualmente ou nuas pra posteres e fotos, como Liudmila Angel, que fez sua banda russa Witchcraft ser famosa só por causa das suas fotos sensuais. E também Jill Janus, que fez sua banda Huntress ser famosa por causa dos seus peitos. Debbie Harry do Blondie também costumava dispensar sutiãs pra tirar fotos, deixando o volume dos seus mamilos sempre gratuito. Doro também já cantou ao vivo só com coletinho e sem sutiã, e esse momento virou até poster.

E isso tudo é só um aperitivo. Este autor já fez um post inteiro falando sobre como rockeiros(as) são "promíscuos" e "não se dão respeito". Isso vai desde o rockeiro(a) profissional que não tem "pudores", ao rockeiro(a) fã que usa roupas consideradas inapropriadas para moralistas em geral.

Esse argumento infantil acabou confirmando o esterótipo de que o Rock chama sim demônios. Mas "até aí, tudo bem". O Rock já tá acostumado a ser associado a satanismo, né.

E agora ele confirmou o estigma que rockeiros são drogados...

Ei, quer dizer que rockeiros são melhores só porque não vendem drogas? Eles podem ser dependentes químicos (expressão gourmet pra ĐŘØǤΔĐØŞ), fornecem o pão de cada dia do traficante, mas são melhores porque não traficam, não vendem? Aaaah, entendi!

Mais uma vez, o roqueiro confirmou o que o funkeiro disse. Mas pra tentar sair por cima, apelou pro velho clichê de que funkeiro não usa fone de ouvido nos coletivos públicos.

Mas este autor vai mandar a real aqui e agora: sabe quem realmente não usa fones de ouvido? Jovens sem educação. E tanto faz se é rockeiro ou funkeiro, ambos fazem isso. A diferença é que um bota System of a Down no talo, e o outro bota MC Koringa.

Muito construtivo responder um insulto com outro insulto, né?

Se bem que, um rockeiro ser chamado de louco, é até elogio! E ser chamado de gay também não é um insulto. Só se a pessoa for homofóbica.

Agora, quem é o roqueiro pra falar que funkeiros são noias ou putas, sendo que o estilo dele tem "sexo, drogas e rock and roll" como lema?

Ok, dessa vez o roqueiro tá totalmente certo.

Cart Cobein kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

*CAHAM*

Kurt se matou por ser depressivo, não "pra não presenciar o Funk". Esse argumento é tão 5ª série que dá pena.

Agora, sobre marcar gerações, é óbvio que o Rock marcou e marca muito mais gerações que o Funk Carioca. Afinal, ele nasceu primeiro! Esse é o grandessíssimo mérito do Rock. Enquanto o Funk só virou sucesso mundial a partir dos anos 2000, o Rock já tinha ídolos históricos desde a década de 60 (e antes).

Então essa é uma competição bem desleal. Dessa forma, um fã de Música Clássica pode argumentar que seu Bach toca gerações, mas que não podia dizer o mesmo de Sebastian Bach. E o roqueiro não poderia contestar isso.

E agora, o roqueiro acabou confirmando que rockeiros são sim depressivos problemáticos. E usou uma réplica tão poderosa quanto "vai se ferrar, seu chatonildo".

Cada um balança o que quiser, uai. Uns balançam cabeça, outros balançam a bunda, pra que julgar?

Aaaah, o problema é que balançar a bunda é coisa de vadia? O problema é ser vadia, é isso? O problema é fazer coisas "libidinosas"? Coisas libidinosas, como levantar a camisa pra mostrar os peitos nos shows, ou deixar a guitarras entre as pernas e fazem movimentos pélvicos? O problema é fazer coisas libidinosas, como as que rockeiros e rockeiras, artistas e fãs, fazem? Entendo...

Então vai lá nas Lojas Americanas, que disco da Anitta, MC Gui, Naldo, coletâneas de Funk...

Mas espera, desde quando ter disco original é sinônimo de sucesso? Hoje em dia, se artista depender de disco original pra fazer sucesso, ele morre. O que dá sucesso hoje em dia pro artista é vídeo no YouTube, boa interação nas redes sociais, divulgação massiva, shows... ah, e a velha e boa pirataria e download grátis! Tanto o Rock quanto o Funk utilizam esses métodos pra construir sua carreira. E se por acaso seus discos venderem bem, forem premiados, é sorte. É só uma consequência do seu sucesso.

Você pode não ter reparado, mas este autor pulou esse trecho:

Isso é porque ele vai respondê-lo agora com esta playlist especial, com músicas que só tem gemidos, pra mostrar que o Rock não tem só gritos. Tem gemidos também! Então abaixe o volume da sua caixa de som, ou pegue seu fone de ouvido, e divirta-se.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Canção Nova

Canção Nova foi uma série que este autor lançou na sua página do facebook, que consistiu em postar músicas todo dia às 18 horas, só pra movimentar a página e não deixá-la às moscas.

No início, este autor mostrou músicas aleatórias todo dia. Mas logo depois, resolveu reunir músicas seguindo um tema específico.

E como este autor sabe que você, leitor, não vai na página agora pra conferir todas as músicas postadas, ele listou tudo que postou lá aqui mesmo! Cada dia, uma música.

Detalhe: alguns dias acabaram ficando sem música, porque deu algum problema no feice, porque este autor não programou nenhuma canção no dia, por coisas assim. Então pra essas listas não terem desfalque, os dias que ficaram sem música estarão em negrito, e com uma canção inédita.

No mês de outubro de 2015, este autor basicamente mostrou um pouco da sua playlist pro público...
10/10/15: Trixter - Get On It
11/10/15: Blues Pills - Gypsy
12/10/15: Hitten - Running Over Fire
13/10/15: Tygers of Pan Tang - Rock & Roll Dream
14/10/15: Tyketto - Lay Your Body Down
15/10/15: Virgin Steele - Victory Is Mine
16/10/15: White Widdow - Fire & Ice
17/10/15: Airbourne - Born To Kill
18/10/15: Poison - Ride The Wind
19/10/15: The Shadows - Apache
20/10/15: Black-Bone - Hammer Down
21/10/15: Iron Savior - R U Ready
22/10/15: Running Wild - Bad To The Bone
23/10/15: Slash - World On Fire
24/10/15: The Baggios - O Azar Me Consome
25/10/15: Mr. Big - Addicted To That Rush
26/10/15: Dexter Ward - Ghost Rider
27/10/15: Kiko Loureiro - Gray Stone Gateway
28/10/15: Santa Cruz - Still, I'm High
29/10/15: Pearl Jam - Why Go
30/10/15: Jack Blades - Back In The Game
31/10/15: Revolution Saints - Back On My Trail

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Piadas ruins [06]

Hoje é quinta feira, dia da Praça É Nossa, e agora você vai lamentar pelo blog ter voltado! Porque com a volta dele, voltam também as gloriosas, as maravilhosas, as esplendorosas, as horrorosas, e as gordurosas piadas ruins!!! Pra você se afundar de vez na depressão, pra você perder esperança na vida, pra você torcer pra que aquela marca de amplificador caia na Terra e dizime a raça humana... Exatamente, aquela marca, Meteoro... HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHA

Se você conhecesse essa banda, talvez achasse graça. Ou não. Mais possivelmente não.

A piada é velha, mas não podia deixar de estar aqui pelo menos uma vez.

E a sua mente regula bem em algum momento, por acaso?

AI ESSA PIADA DE SIGNO LACROU HAHAHAHAHA EU TO URRANDOOOO

Agora você vai cantarolar essa música até sempre.

Esse filme não passou essa semana no SBT?

Taí uma verdade.

COMBO HIT!!! +500 pts