quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Agora um poema [02]: KISS


Hail! Milhares de leitores pediram (sqn), então este autor volta com o lado lírico do Rock, o lado poético, que costuma se apresentar em pubs underground, que estala os dedos, fuma, usa roupas pretas e uma boina francesa sob uma luz escura para declamar seus versos em meio a uma cortina de fumaça discreta.

A banda escolhida da vez é a que manda beijos pelo seu nome e que mascara a sua face com máscaras faciais. Oh, Por que vós se escondestes, banda, uma vez que todos já conhecem suas identidades, suas vidas e seus rostos? Será para se esconder desta sociedade para em vão esforço se entremear pelos escombros das nuvens que com ímpeto ultrapassam as portas do paraíso? Oh, alface guardião que é proibido pelas senhores do vento a espalhar suas brumas esplendorosas de brilhos epiléticos, respondam-me... o que este autor que vos fala fumou? Terá ele cheirado Dolly cola? Oh, quem sabe.

Enfim, fiquem com um poema composto pelas músicas do KISS, que é menos maluco que este acima.


Let me know, Do you love me?
Cause I do. You’re all that I want
I was made for lovin’ you
And I want you Forever,
not just Tomorrow and tonight.
C’mon and love me, baby
You got Nothin’ to lose
It’s alright, I just wanna have fun
We can have Crazy crazy nights,
Make them Hotter than hell
Makin’ love While the city sleeps
Come Get all you can take, baby
Take me and Lick it up
I’ll Bang bang you with my Love gun
You’ll Say yeah, Shout it out loud
Let’s Rock and roll all nite
Like it was Never enough

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