sábado, 14 de janeiro de 2017

Dobradinha: Steve Vai e Joe Satriani

A dobradinha de hoje reúne dois guitarristas virtuosos que estão juntos por acaso, por emra coincidência do destino. O fato deles serem os guitarristas preferidos deste autor que vos fala não tem nada a ver.

A resenha do Steve é uma republicação, só que reescrita. Totalmente reescrita, na verdade. Já a do Joe, é inédita, e ia aparecer na Retrô 2015... sendo que a Retrô 2015 foi encerrada ainda na sua fase de pré-produção, pois nessa época, este autor estava desanimado e acabou encerrando suas atividades. Esta resenha do Joe foi uma das únicas finalizadas, juntamente com "The Book of Souls" do Iron Maiden, "Eternal" do Stratovarius e "Secret Garden" do Angra. Quem sabe eu publico essas outras também, algum dia...

Enquanto isso, contentem-se com isto:

Steve Vai - The Story of Light

Ano: 2012
Estilo: Rock Instrumental
Gravadora: Favored Nations
Sobre a banda: Steve Vai é doutor em música e conhecido por suas habilidades e técnicas virtuosas, figurando entre os guitarristas mais importantes do Rock Instrumental e sendo influência para vários músicos. Como opinião pessoal deste autor, Steve caminha por uma sonoridade misteriosa e esotérica que assume faces diferentes a cada audição, nunca dando-nos oportunidade de decifrar sua genialidade logo de cara.
Sobre o CD: Uma coisa que deve ser aprendida para o passageiro de primeira viagem em Steve Vai, é que Steve não faz álbuns de Rock. O Rock é só a plataforma que ele utiliza pra explorar diversas sonoridades e experiências místicas e transcendentais. Temos sim músicas animadas e agitadas, como "Gravity Storm", "Racing The World" e "Velorum", que transmitem adrenalina e tem refrões ótimos, mas mesmo nessas, podemos identificar os toques de sua veia mais artística. Principalmente "Velorum", que transita de um tom enérgico e arrasador pra algo lírico e profundo com extrema fluidez. E falando nisso, temos momentos de extrema poeticidade musical em "The Moon and I", que é de uma beleza celestial, "Creamsicle Sunset", com sua singeleza tocante, e "Weeping China Doll" que é de um sentimento bem intenso e tempestuoso. Outros destaques são os covers que Steve faz do clássico do Blues/Gospel "John The Revalator", na faixa "John The Revelator" que é cheia de atitude, e "Book of The Seven Seals", que transforma a música praticamente num musical. Por fim, "The Story of Light" é um álbum pra ser apreciado como uma fonte riquíssima de pureza, sentimento, intensidade e intemperança.
Faixas:
01. The Story of Light
02. Velorum
03. John The Revelator
04. Book of The Seven Seals
05. Creamsicle Sunset
06. Gravity Storm
07. Mullach A'tSi
08. The Moon and I
09. Weeping China Doll
10. Racing the World
11. No More Amsterdam
12. Sunshine Electric Raindrops


Joe Satriani - Shockwave Supernova

Ano: 2015
Estilo: Rock Instrumental
Gravadora: Epic Records
Sobre o artista: Professor de Steve Vai de de mais uma dúzia de guitarristas, Joe se destaca dos demais guitarristas virtuosos por não ser aficionado em músicas cheias de técnicas, firulas, enrolações e melodias que apenas outros músicos vão apreciar, mas sim por apostar em músicas eloquentes e extremamente carismáticas, agradando a todos os gostos. Não é à toa que suas canções são usadas em tantas vinhetas e trilhas sonoras por aí.
Sobre o CD: Essa capa no estilo "summer eletro hits" já mostra a pegada desse novo álbum, que dá uma boa revitalizada na discografia do guitarrista. Revitalizada necessária, porque desde seu clássico mais recente "Super Colossal", que Joe só fez álbuns desinteressantes e sem tanto apelo. Isso só mudou com o lançamento de "Unstoppable Momentum", que nos presenteou com canções bem diversificadas e criativas, mas calcadas numa atmosfera bem intimista, umbrosa e emocional. E agora "Shockwave Supernova" vem com tudo apostando mais na energia e entusiasmo, com algumas experimentações aqui e ali, e com um tom sazonado nas entrelinhas, mas com astral renovado que conquista o ouvinte desde a primeira audição. A maioria das músicas tem potencial para serem lembradas posteriormente, e todas elas são "aproveitáveis" por terem surpresas, detalhes e sacadas que ajudam o álbum a ser uma obra robusta e respeitável. Alguns destaques são a faixa-título, que apresenta aquele arroz e feijão tradicional e delicioso que Joe faz, "Crazy Joey" que é difícil e simples ao mesmo tempo, "Cataclysmic", que traz um tom intrigante e levemente sentimental sem deixar de ser empolgante, "If There Is No Heaven" que começa e termina de jeito taciturno, mas que o meio é dinâmico e entusiasmado, entre outras. As melhores na opinião deste autor, são "On Peregrine Wings", onde Joe encarna o espírito de Kiko Loureiro ao incorporar elementos da música brasileira na sua guitarra, neste caso, o Baião; "Keep On Movin'", que tem um sentimento subjacente; "A Phase I'm Going Through", que por conta do título e do instrumental multiforme, dá espaço pra viajar e refletir sobre a vida; e "Scarborough Stomp", que é a faixa mais pitoresca. "Shockwave Supernova" é um disco avigorante, tanto pra discografia do guitarrista, quanto pros fãs.
Faixas:
01. Shockwave Supernova
02. Lost in a Memory
03. Crazy Joey
04. In My Pocket
05. On Peregrine Wings
06. Cataclysmic
07. San Francisco Blue
08. Keep on Movin'
09. All of My Life
10. A Phase I'm Going Through
11. Scarborough Stomp
12. Butterfly and Zebra
13. If There Is No Heaven
14. Stars Race Across the Sky
15. Goodbye Supernova

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Retrô 2016: Deepness

Finalmente, a segunda parte da retrô chegou! E o objetivo desta vez é capturar o espírito de 2016, esse ano cheio de desgraças, e mostrar o que houve de melhor na música profunda, melancólica, reflexiva e existencial. Não necessariamente tristes, mas certamente de deixar a pessoa com uma sombra nos olhos, que nem os personagens daqueles desenhos chineses.

E este autor pensava que a categoria anterior tinha sido a Retrô mais difícil de organizar... ledo engano. Essa daqui foi pau a pau. É porque, quando o profeta viu o resultado final do seu trabalho, não se deu por satisfeito com algumas escolhas que fez. É que algumas bandas nem eram tão boas assim pra figurar a lista. Ok, elas podiam ter suas qualidades, mas não eram tuuudo isso. No máximo, eram "pra quem gostar", e só estavam sendo listadas pras pessoas "darem uma chance".

Algumas dessas bandas foram essas abaixo:
  • Beyond The Black - Lost In Forever: É um Metal Sinfônico muuuuito pop! Tudo bem que é mil vezes melhor que Evanescence, mas essa banda é como um guilty pleasure - nome gourmet pra "prazer com culpa", ou seja, aquela coisa que a gente gosta, mas tem vergonha.
  • The Vision Bleak - The Unknown: É tipo Fleshgod Apocalypse, muito bom, só que não combina com o clima desta categoria. Na verdade, ele não se encaixa com nenhuma categoria, então fica a recomendação aqui!
  • Eternal Samhain - Storyteller Of The Sunset And The Dawn: Novamente, não faz o estilo da categoria. É tipo um Cradle of Filth.
  • Halekin - Circus Dream: É uma banda de Metal Sinfônico legalzinha, o problema é que não sabe se divulgar. Quem quiser saber mais sobre ela, só vai encontrar as músicas no YouTube, e a conta da banda no... Google Plus!
  • Mound - The Four Fundamental States of Matter: Banda de Stoner Rock que é boa, mas beeeem lenta. Um dia eu fui escutar de novo pra ter certeza se ia mesmo botar ela na lista, e acabei dormindo. Essa reação foi meu veredito.
  • Pain - Coming Home: Não é bom o bastante pra estar aqui. Além disso, o Lacuna Coil já está nesta lista, não preciso de outra banda alternativa, sombria e adolescente.
  • Delain - Moonbathers: Fiquei bem triste em tirar essa banda, que é um dos grandes nomes do Metal Sinfônico, mas foi necessário. Esse disco é bem exagerado na sua parte sinfônica, não ficou tão bom.
  • Sirenia - Dim Days of Dolor: Até que se saíram mais ou menos bem nesse disco, mas... em todos os discos, a banda se sai "mais ou menos bem"! É porque o Sirenia nunca fez obras realmente criativas e de personalidade, ele vive se repetindo! A melhor música do disco é esta.
  • Diabulus In Musica - Dirge for the Archons: É bom, mas não me pegou. Teve uma hora que percebi que estava me forçando a gostar do disco e fazer uma propaganda positiva...
Com essa insatisfação, foi procurar por outras bandas, decidido a entregar uma categoria apenas com álbuns que todo mundo devia ouvir, aquelas recomendações imperdíveis.

E olha, como o profeta ouviu coisa mediana e ruim! Esse martírio já tinha acontecido na categoria anterior, mas desta vez, essa busca pareceu ter sido mais desgastante, justamente por se tratar de bandas profundas. Chegou um ponto que tinha tanta banda na sua pasta do pc, que o profeta fez algumas notinhas pessoais pra identificar e diferenciar as bandas que já tinha conferido, descrevendo o motivo pra serem rejeitadas. Essas anotações acabaram funcionando como micro resenhas, e por isso, é uma ótima ideia divulgá-las! Além de ser divertido falar mal das coisas, você escapará desses álbuns, se topar com eles por aí nas internets:
  • Elyria - Reflection and Refraction: Não é que seja ruim, na verdade é um Metal Sinfônico que tem potencial, mas o começo do álbum é ruim, a produção é precária, e tem alguns elementos que precisam ser ajeitados. No futuro, essa banda deve se destacar.
  • Lost Devotion - When It Finally Falls Apart: Promissor, mas por enquanto, meu voto é "não".
  • Hydra - Solar Empire: Idem.
  • Theatres Des Vampires - Candyland: Ele tocava Metal mais pesado antes, mas agora, parece o Amaranthe na versão "gótica". E a vocalista só canta gemendo, parece que tá se tocando enquanto canta.
  • Afterlife Symphony - Moment Between Lives: Metal Sinfônico que investe muito em sacadinhas, técnicas, em ser diferente, e esquece a melodia, não tendo nenhuma música atraente.
  • Witchcraft - Nucleus: Stoner/Doom com instrumental complexo, talentoso e absolutamente bom... mas tem um vocalista de Indie Rock cantando, aí não dá pra engolir.
  • Blackthrone - This Sacrifice: Metal Sinfônico mediano. A voz do cara é legal, mas da mina... 
  • Rising Sunset - Decretum: Doom Metal cheio de altos e baixos, sem nenhum alto contínuo. Isso é graças ao ritmo e peso que jamais são estáveis. Só os vocalistas se salvam.
  • End My Sorrow - Of Ghostly Echoes: Doom Metal com vocal feminino. O único e principal problema é a cozinha, que parece ter medo de ser tão pesada e ágil quanto é capaz. O que é frustrante.
  • The Slayer King - Sanatana Dharma: Doom Metal que infelizmente não é tão bom.
  • Ewigheim - Schlaflieder: Rock gótico pesadíssimo (no tom), e na língua alemã, é esquisitíssimo.
  • Draconith – Infinity Caress: Post-Metal, bleargh!
  • Slania – Proof Of Existence: Genérico
  • Utopica - Memorias de Ficcion: Genérico.
  • Silence The Yearning - Unto My Death I Yield: Doom Metal legal, mas o vocalista tem voz de porco vomitando.
  • Mercy Isle - Undying Fire: Problemas de relacionamento cantados num Metal Sinfônico meia-boca.
  • As Night Falls - Embrace the Journey: Instrumental foda e voz ruim.
  • Teodasia - Metamorphosis: MANO QUE VOZ DE MERDA OS CARAS DO METALCORE TEM VERGONHA DE VOCÊ
  • Spiritale - Life For a Dream: QUE PORCARIA!!!
  • Trocaria - Mors Ab Alto: MAS QUE PORRA FOI ESSA!?!?1?
Sabe quando as mulheres falam "Ah, que homem lindo, pena que é gay..."? Este autor pensou várias vezes "Poxa, essa capa é tão linda, pena que as músicas são uma droga".

Mas agora vamos falar de coisa boa, antes que você fique com curiosidade e resolva ver se essas bandas são ruins mesmo!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Coisas que roqueiros fazem pra pagar de rockeiros

Isso é atemporal. Em qualquer época, a qualquer momento, e principalmente, em qualquer escola, sempre vai ter aquela criatura que quer ser conhecida como A rockeira. Como a entendedora dos roques, a suprema entidade das trevas, a máxima conhecedora dos saberes, a detentora das opiniões mais corretas e polêmicas, a criatura mais cheia de atitude e rebeldia, enfim, uma legítima rockstar sem banda, sem carreira, sem independência, sem... enfim, sem absolutamente nada além da sua imensa vontade de ser rockeirona.

Para alcançar esse tão almejado objetivo, esta criatura carente de atenção se esforça ao máximo para cumprir todos os estereótipos de "como ser uma rockeiraah". Tais estereótipos, este autor já abordou no artigo "Não ser", mas o artigo não se aprofundou numa coisa muito importante: no comportamento, nas atitudes bestas que os roqueiros fazem só pra aparecer e pra construir sua reputação de rockeiros fodões. São essas atitudes que este autor vai explorar neste artigo expositivo, franco, e que certamente vai gerar identificação pessoal e vergonha do passado em alguns. Vamos lá:

Fazer questão de ser "do contra"
Que atire a primeira pedra quem nunca fez isso! Nesta situação, o roqueiro coloca um comando fixado na sua mente, pra ser executado automaticamente em qualquer situação: "odiar tudo que os outros gostam". Se todos gostam de festas e comemorações, o roqueiro detesta, e sempre vai a festas contra sua vontade. Se todos gostam de certo filme que estreou, ele detesta o filme sem tê-lo visto e ainda odeia todo mundo que gosta dele. Se todo mundo usa certa rede social, ele faz questão de não usá-la, chamando quem usa ela de "modinha". E principalmente: se todos gostam de certos artistas/bandas, o roqueiro as odeia com o ódio mais puro que pode haver, e odeia mais ainda quem gosta dessas escórias.

E não importa se ele não conhece o dito filme, ou nunca usou a tal rede social, ou nunca ouviu a tal banda que tá todo mundo falando. O ódio do roqueiro é gratuito, tão gratuito que ele odeia até o que não conhece. E se alguém confrontá-lo falando justamente isso, que ele devia conhecer as coisas antes de julgar, ele já se defende com o argumento "nem vi, nem quero ver, não tenho saco pra essas modinhas, quero que se fodam, ouviu bem?! EU ODEIO!!! MEU ÓDIO É INFINITO!!! EU TENHO ÓDIO DE VOCÊ, DE VOCÊS TODOS, TUDO QUE VOCÊS GOSTAM É UM LIXO!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!"

Agora, se todo mundo gosta de chocolate, o roqueiro... ehr... gosta também. Porque né, não dá pra ser do contra em tuuudo. Entretanto, pra não dar o braço a torcer, o roqueiro fala que as coisas que ele gosta e que todo mundo também gosta, são "coisas boas DE VERDADE". Essas sim merecem sua belíssima apreciação.

Se vestir de rockeiro O TEMPO TODO
Enquanto rockeiros só vestem camisas de banda, roupas pretas e acessórios trevosos quando vão pra algum show, festividade, encontro, e demais eventos importantes, roqueiro quer mostrar que é rockeiro o tempo todo, por isso sempre está vestido a caráter. Inclusive quando faz calor de quarenta graus com sensação térmica de "abraçando o Sol". Ele nem pensa em vestir camisas ou roupas "normais" ou mais leves, nem mesmo camisas de banda de outra cor que não seja preta, porque isso "não é coisa de rockeiro".

E em locais onde não pode se fantasiar a caráter, como na casa da avó, na Igreja, ou na escola, o roqueiro se vira usando acessórios ou coisas que chamam atenção e denotam sua faceta trevosa e sombria, com uma simples munhequeira ou pulseira de espinhos, ou com colar de caveirinha ou pentagrama (em posição normal ao invés de invertido, pra vó não pensar que ele tá envolvido com seitas), ou cabelo maiorzinho ou cara de quem comeu e não gostou, entre outras coisas. Se puder, se os pais deixarem, também usa piercing e alargador. Já as meninas usam PELO MENOS uma maquiagem pesada ou batom preto, ou mechas coloridas no cabelo.

E ele ainda tem a cara de pau de condenar outros roqueiros dizendo que "usam camisa de banda e já se acham rockeiros!!!". E ainda por cima acha que tem moral pra condenar quem não ouve Rock e usa camisa do Ramones ou aquela língua do Rolling Stones, sendo que tecnicamente, ele também não está nem aí pro Rock, está mais preocupado com a sua imagem.

Botar Rock em tudo que é lugar
Não é só sua aparência que fica trevosa, mas também tudo a sua volta. Seu celular e seu pc tem wallpapers de bandas, além de pastas cheias de músicas e imagens de roque. Caso o celular seja roubado, ou o pc vá pro conserto, o ladrão e o técnico pensarão "eita, esse era rockeirão da pesada".

Seus itens escolares também são pauleira, a começar pelo caderno com capa de alguma banda ou imagem bem pauleirosa mermo, morô? No caso deste autor, ele teve um caderno com uma guitarra (ou era violão?) pegando fogo, e outro caderno com capa jeans da Tilibra, e o que mais? Hum... Ah, sua carteira escolar também era cheia de desenhos de logos de bandas e trechos de músicas. Mas tem uma coisa que este autor não fez, e que roqueiros fazem com a sua mochila, que é colocar bottoms e patches na sua mochila.

Em casa, o roqueiro tem o maior número de itens rockeiros possível: canecas, adesivos, pôsteres, uma coleção de maquiagens com uma infinita variedade de tons obscuros, uma coleção de palhetas ou colares - que por acaso estão pendurados num lugar bem exposto -, chaveirinho de caveirinha, entre outras coisas. E sempre, SEMPRE algum item que é dado de alguém, geralmente um porta-alguma-coisa que tem formato de guitarra ou disco de vinil.

E como não poderia faltar, suas redes sociais são sempre lotadas de coisas tr00 headbanger of northern valleys of death. Inclusive seu nome é sempre alguma coisa from hell, ou o sobrenome de algum rockstar, como Roberta Steele, Marcos Simmons, Märina Dark Angel, Wesley Gunner Fan, Valdemira Sammet, Cleudinei Hendrix, Profeta Rocker, etc.

Por fim, o roqueiro tem tanta vontade de botar Rock em tudo, que bota até em coisas nada a ver. Quem será que faz esse tipo de montagem com princesas da Disney? Roqueiros, óbvio.