domingo, 19 de fevereiro de 2017

MANDA NUDES

Veja você, leitor, a que ponto chega o ser humano quando não tem nada pra fazer. Baseado nesse post feicebuquiano despretensioso e bobo, este autor que vos fala colocou sua ideia em prática, e resolveu fazer singelos pedidos de nudes usando vários logotipos de bandas de Rock e Metal. Aqui você confere os frutos do seu ócio. Pode usar por aí à vontade, só não esqueça de dizer daonde você tirou essa besteira.

E fazer essa besteira foi fácil! Como o profeta disse no status, a fonte do Metallica já está disponível pra baixar há tempos. E a de outras bandas, também! Então, pra esse post ser menos inútil, cada "delicada solicitação de material impróprio" virá com o nome da fonte embaixo.

Falando nisso, a imagem acima é uma montagem com o logo do Black Label Society, cuja fonte é Old English Text MT. Não é a fonte original, mas é parecida. As seguintes são...

The Beatles by Bootle

The Doors by Densmore

Led Zeppelin by Kashmir

Rush by Wornking Man
Originalmente, a fonte tem as letras mais separadas

AC/DC by Squealer

Scorpions by Lady Star

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Retrô 2016: Classics

Parece que toda edição de Retrô vai ter um "finalmente!!!", porque sempre tem alguma coisa que atrapalha a vida do profeta e o impede de entregar as resenhas em tempo. Desta vez, ele ficou sem internet. Ainda bem que os tempos mudaram e os sumiços dele não preocupam mais os leitores, que antigamente já achavam que ele morreu com 27 anos, foi morto por Lilith, se rendeu ao Pagode, etc. Hoje em dia nem tem leitores mesmo, hehe...

ehr...

BUÁÁÁÁÁÁ

Mas vamos logo continuar resenhando o que houve de melhor em 2016! Nesta edição, este autor só escolheu banda clássica, consagrada, elogiada e grandes nomes do Rock e Metal... que ninguém costuma conhecer, nem comentar, nem ouvir, nem nada. Só os sites especializados de notícia e fãs mais assíduos do gênero costumam falar dessas bandas, deixando quem não conhece elas confusos e sem saber porque são importantes. Pois talvez esses lançamentos de 2016 esclareçam isso.

Aproveitando a deixa, este autor vai fazer que nem na última edição e dizer os lançamentos que ele não vai resenhar, e dizer os motivos:
  • Lita Ford - Time Capsule: Um belo dia, Lita Ford deu uma geral em sua casa e descobriu algumas demos com canções gravadas nos anos 80, e resolveu lançar elas nesse álbum. E este autor não o recomenda porque só tem duas ou três músicas realmente empolgantes, o resto é só baladinha ou música morna. Ele só é recomendado se for encarado como um álbum póstumo de "gravações raras/perdidas/rejeitadas", porque isso acaba baixando nosso senso crítico.
  • Steve Vai - Modern Primitive: Este é um compilado de músicas rejeitadas que foram gravadas entre o primeiro e segundo disco de Steve. E essas músicas, como ele próprio fala, são estranhas. Estranhíssimas! Não tem como acompanhá-las, se apegar a elas, investir nelas, porque elas são tão... tão "sei lá", que não dá.
  • Dee Snider - We Are The Ones: Nesse trabalho solo do vocalista do Twisted Sister, só vamos encontrar músicas Pop Rock e Pop. Mas não se atrevam a conferir, porque até pra quem curte Pop, esse disco é mediano. Sim, o profeta ouviu o dito cujo! O único ponto positivo, é que Snider tá cantando bem pra caramba.
  • Metal Church - XI: É um disco bom sim... Tem músicas bem boas... Mas no saldo geral, acaba não empolgando tanto quanto poderia.
  • Tyketto - Reach: Na primeira metade do álbum, a banda não soube unir muito bem a sua melodia com o peso, ficando inconsistente. E na segunda metade, as músicas soam bastante genéricas. Triste, mas verdade.
  • Hawkwind - The Machine Stops: Quem quiser conhecer o significado da palavra "datado", que os resenheiros falam tanto, que ouçam esse troço.
  • Rolling Stones - Blue & Lonesome: É ótimo, mas é só um disco de covers.
  • Ace Frehley - Origins Vol. 1: É ótimo, mas é só um disco de covers. [2]
  • Eric Clapton - I Still Do: É só um disco de Blues.
  • Neil Young - Peace Trail: É só um disco de Folk.
  • Jeff Beck - Loud Hailer: É só um disco de... olha, é difícil explicar o que ele é, então vale a pena fazer uma resenha especial, ainda que não seja exatamente uma recomendação, de fato. Que nem os discos do Blackfoot e Amaranthe.
Artista: Jeff Beck
Álbum: Loud Hailer
Estilo: Rock com um pezinho no Alternativo

Jeff Beck é um guitarrista britânico que está em atividade desde 1965, e é um dos músicos mais prestigiados do Rock por seu virtuosismo e criatividade. E também versatilidade, pois apesar de se consagrar pelo Rock clássico, Jeff sempre procura buscar influências novas e expandir seus horizontes. "Loud Hailer" é prova disso, com sua sonoridade altamente contemporânea e com algumas inserções eletrônicas. E pra ajudar nessa proposta moderna, foram convidadas as duas líderes da banda de Future Rock (fala sério, isso é Rock Alternativo) Bones, a vocalista Rosie Bones e a guitarrista Carmen Vandenberg, para acompanhar as invencionices e experimentações de Jeff. Rosie, que tem um timbre único e é auxiliada pela produção que insere texturas e efeitos em sua voz quando a climatização da música pede, se encaixa muito bem na missão de ser porta-voz de letras que abordam temas contemporâneos e críticas sobre o mundo atual. Enquanto isso, na parte instrumental, os guitarristas tocam notas afiadas, estridentes, criativas e exibidas, com Jeff se destacando frequentemente no meio da multidão. Cada faixa do disco é uma surpresa, não se sabe o que esperar. A primeira é basicamente uma voz sábia fazendo um discurso com uma guitarra ao fundo. A terceira é um instrumental eletrônico sujo e vibrante. A décima é um Funk Rock total, a quinta é calmíssima e profunda, a nona vai do sereno ao forte, a oitava eu nem sei pra que que tá no disco, parece uma trilha sonora curtinha de uma cena de suspense, e por aí vai. "Loud Hailer" com certeza não é pra todo mundo, e por isso não está (e ao mesmo tempo está!) nesta retrô.
Faixas:
01. The Revolution Will Be Televised
02. Live in the Dark
03. Pull It
04. Thugs Club
05. Scared for the Children
06. Right Now
07. Shame
08. Edna
09. The Ballad of the Jersey Wives
10. O.I.L.
11. Shrine

Agora sim vamos a ela:

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Discografia do Angra

Cansado de conhecer tão poucas discografias de cor e salteado, este autor se empenhou mais e agora conhece a discografia de várias bandas brasileiras: Madame Saatan, Bad Salad, Motosserra Truck Clube, Rygel, Woslom, e outras que não tem mais de 3 discos na carreira. E agora também conhece a do Angra, que tem mais de três discos lançados! Pra comemorar tal feito, este autor vai se exibir e mostrar seu conhecimento sobre este que é um dos maiores grupos de Metal melódico do mundo.

Leia também: Discografia do Metallica

Angels Cry (1993)
Inspirado num jogo famoso aí, o disco de estreia da banda fez um enorme sucesso, atraindo especialmente os jovens nerds gamers e sem malemolência para com as meninas. O álbum se destaca por conter como integrantes uma japonesa homem que canta fino, o filho da Dona Florinda na guitarra, Jesus no baixo, e o Diabo na guitarra. O álbum também conta com as consagradíssimas "Ivo Uarnin", "Útero Raids", "Stand Away Comedy" e o clássico "Carry On My Wayward Son".

Dolly Land (1996)
E logo no seu segundo disco, a banda já se achou picuda o suficiente pra mudar seu estilo e não se importar com as críticas das pessoas. Investindo em sonoridades tupiniquins e tomando esta garrafinha pet simpática como inspiração, o Angra compôs músicas com sabor brasileiro como "Karolaine de IV", "Everything To Speak", "The ~Futura banda do Andre Matos~" e a faixa título. Também temos "Deep Purple", "Lullaby For Zelda" e "Z.I.K.A.", cuja sigla intriga os fãs sobre seu significado desconhecido até hoje.